Avenida Liberdade é reduto da elegância lisboeta

Por Christian Brandão

17 maio, 2010
Christian Brandão
Lisboa
O São Jorge é considerado um dos cinemas mais famosos de Lisboa

A avenida Liberdade, em Lisboa, não é parecida, mas equivale aos Champs Elisées parisienses ou à Oscar Freire de São Paulo. Tudo bem, igualar esses três locais é uma tremenda heresia. Mas o luxo que representam, a beleza dos edifícios e as lojas de grife as tornam similares.

A faixa de glamour, construída entre 1879 e 1882, é coberta de árvores. Ela começa na praça Restauradores e vai até a rotatória da Marques de Pombal.

A avenida é na verdade um boulevard. Ao longo da Liberdade estão hotéis luxuosos, prédios com escritórios, palacetes, restaurantes, e claro, muitas lojas de luxo como Louis Vuitton, Montblanc e Armani. Não deixe passar em branco a arquitetura de prédios como o teatro Tivoli.

Todo mês também acontece lá a Feira na Avenida, onde você encontra peças de artesanato local, objetos de design, antiguidades e produtos gourmet.

Chegando ao final, na praça do Marques de Pombal, preste atenção aos letreiros. Todos são brancos para não perturbar o projeto arquitetônico dos prédios da praça. Para os brasileiros é um local estratégico: além de ser onde saem os ônibus que fazem o tour por Lisboa, é lá que está o Banco do Brasil.

Após a praça que homenageia o político que levou o Iluminismo ao país, está o parque Eduardo VII, com um belíssimo jardim e a Estufa Fria.

Logo ao lado

Paralela à avenida Liberdade, do lado direito para quem sobe, está a rua das Portas de Santo Simão.

Considerada um dos redutos de artistas lisboetas, é onde estão o teatro Politeama e o Coliseu dos Recreios, importantes salas de espetáculos.

É nesta rua também que está o Gambrinus, um dos restaurantes mais requintados da capital portuguesa.

 

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