Ibans, os caçadores de cabeça de Bornéu, na Malásia

Por Tatiana Perim

23 jul, 2012
TATIANA PERIM / MOTTO SLOW TRAVEL

A tribo Iban de Sarawak, em Bornéu, na Malásia, ficou conhecida pelas suas implacáveis conquistas, sempre medidas pela quantidade de cabeças inimigas que conseguia decepar. Hoje, o termo “caçadores de cabeças” virou lenda. A prática foi proibida e abolida no país e apesar da tribo ter sido tocada pela modernização e tecnologia; surpreendentemente mantém a maioria das heranças culturais e tradições de seus antepassados.

Ainda vivem nas imensas casas comunais, as longhouses. Essas são construídas na margem do rio, sobre palafitas e feitas geralmente de madeira.

Cada longhouse possui uma média de 20 a 25 portas. Mas pode chegar até 60 portas, que representam o número de famílias que habita em cada casa.

Cada família possui o seu espaço pessoal – uma sala, quarto e cozinha. Dividem o banheiro e o grande corredor, espaço onde todos interagem. Seu transporte oficial é o longboat, uma embarcação extremamente longa, estreita e eficiente.

Tatiana Perim é publicitária e apaixonada por aventura e viagem. Ela possui um projeto de viagem com uma proposta de conduta interessante: ter mais calma e equilíbrio na vida. Dê uma olhada em seu blog Motto Slow Travel

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